1.10.15

Buenos Aires e suas lojinhas de decoração.

Acabei de voltar de uns dias em Buenos Aires, então o post de hoje é sobre a viagem. Basicamente sobre as lojinhas de decô de lá. Mas para começar, eu não podia deixar de falar do hotel. Dessa vez a ideia era ficar em Palermo Soho, porque adoro essa parte da cidade e porque queríamos nos hospedar num lugar charmoso, com carinha de casa. Daí a primeira opção era o L´Hotel Palermo, mas o atendimento por telefone e email foi uma meleca e se é assim antes de chegar... bom, desistimos e acabamos reservando o Vain (Thames 2226) e ó, só tenho elogios! 
Um charme e cheio dos mimos, como drink oferecido na chegada, plaquinha com a previsão do tempo do dia seguinte todos os dias em cima da cama  junto com bombons de doce de leite e CD com as músicas do hotel de presente no check out. Mas vamos ao principal: quarto super confortável com cofre, secador e frigobar, hotel super limpo, café da manhã delicia e o staff um amor. Nota 9 no TripAdvisor, mas merecia 10.
E óbvio que estando hospedada por ali, eu não podia deixar de passar por algumas das lojinhas de decô do bairro. Começando por essa lindeza aí de cima, a Casa Chic (El Salvador 4786). Da primeira vez que fui tinha na cabeça que era a Anthropologie portenha. Quem conhece a loja novaiorquina sabe do que tô falando e acabei meio decepcionada. Mas dessa vez, se eu pudesse fazia a festa!
O oposto aconteceu na Reina Batata (Gurruchaga 1859). Morri de amores quando conheci, mas dessa fez achei meio fraca. Acho que na verdade foi só mais uma questão de grande expectativa gerando frustração, sabe? Mas isso não me impediu de sair com dois quadrinhos embaixo do braço, apesar de achar que o forte dela são os cacarecos fofos de cozinha (imagem daqui).
Mas na hora de fazer o roteiro da viagem é bom ficar de olho no horário das lojas. Demos com a cara na porta da Casa Romero (Jorge Luis Borges 1794), porque ela só abre às 13h. Mas sem querer acabamos passando na frente mais tarde e conseguimos um relógio desses de parede com carinha vintage que a gente tanto queria para nossa parede de tijolinhos por um preço mara, mas tem um monte de outras coisas para trazer de lá também. A Bretana (El Salvador 4600) é mais uma das lojinhas fofas das redondezas e tem muita porcelana, além de plaquinhas, almofadas, luminárias...
Muito amor pela Paul French Gallery (Gorriti 4865), mas amor platônico porque achei carinha. O lugar é lindo e começa com um corredor cheio de plantas. Você vai andando, passa por um café tetéio, uma floricultura com uma loja de chás dentro, até que lá no fundo encontra a loja propriamente dita. Vale mesmo uma visitinha, porque é uma graça. Outras na linha clean chiquetosas são a Pehace, que também tem um café no fundo (Gurruchaga 1418) e a Bartolomea (Nicaragua 4677).
Mas Palermo tem lojinhas de decoração para todos os gostos. Entre as mais moderninhas, cheias dos objetos criativos, tem a Tienda Palacio (Honduras 5272) e a Joda (Honduras 4771), além da Trippin Store (Armenia 1838). A Capital fechou e no lugar (Honduras 4958) abriu uma loja mais clássica.
Off Palermo, vale dar um pulinho na Galeria Patio del Liceo se estiver no meio do burburinho da Avenida Santa Fé (fica no número 2729) para ver as galerias de arte e pop-up stores. Discos, objetos feitos por artesãos, bloquinhos Monoblock... tinha tudo isso por lá. No Centro ainda tem a Morph (prefiro a do Buenos Aires Design) e pertinho da Tienda Palacio de San Telmo, tem a L´Ago (Defensa 970). Agora é torcer para o câmbio voltar a ser o que era, porque opções para renovar a decô da casa não faltam nessa delicia de cidade.

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